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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A TERRÍVEL CRIATURA

—Sapabela! Sapabela!
—Rospo! Pare de escândalo! Está agitando os braços. O que aconteceu?
—Fuja, Sapabela! Fuja!

domingo, 18 de dezembro de 2011

NA ALEGRIA DE VIVER

—Rospo, vamos a um pastel assado?
—Já estou lá, Sapabela. Diga onde é!
—Pego você logo mais. Meu carro voltou do conserto.
Amigo, preciso dizer algo antes de desligar.

REDES, CASAS E SORVETE



Rospo ao computador quando a campanhia toca.
—Sapabela! Que surpresa!
—Que está fazendo, amigo?
—Antecipando Janeiro.
—Não entendi.

SORVETE APÓS O MERGULHO

—Rospo! Cadê a alegria?
—Está entre nós, Sapabela.
—Faz tempo não o encontrava. Por onde andou?
—Procurando por ela.
—Ela quem?

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FORÇA PERMANENTE NA POEIRA DAS RUAS

Ainda nos respingos do orvalho, Sapabela na calçada, polvilhada de sexta-feira, alvorece na gratidão de sua essência, quando encontra o velho amigo.
—Rospo! Sua chegada me faz pensar de imediato na felicidade dos gibis antigos.
—Pegou isso, Sapabela?
—Sua pergunta surge como uma flecha ligeira. Não peguei, cheguei um pouquinho depois, mas penso nos meninos que cresciam nas páginas de nanquim. Que felicidade um lago de nanquim aguada!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

GUIRLANDAS DAS CONSCIÊNCIAS

Enluarada Sapabela na praça pede conversa  com verso, mas...
—Rospo!
—Diga, querida.
—Gostou do meu vestidinho?
—Adorei, Sapabela! Principalmente a parte verde, tão reluzente.
—A parte verde sou eu, Rospo! O vestinho é vermelho.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

VAMOS AO CINEMA?

Rospo na praça é conversa de graça.
—Sapa, licença?
—Pois não.
—Pode me contar uma das fantasias das sapas?
—Por que eu faria isso?

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

TECENDO E REFAZENDO

—Certa conversa nossa você falou sobre o fato de eu usualmente mencionar certos "atributos" culturais da Sapa, como preparar o bolo, a massa,  espalhar pela vizinhança o aroma do bolo . Aroma de chamar meninos que estão brincando no capinzal.

SAPABELA VINGATIVA?

—Sapabela! Você é vingativa?
—Eu? Anda com umas perguntas bobas, Rospo! Esse papo de ser vingativa não cola em Sapabela.
—Tem sapa dizendo que Sapas são vingativas.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

BLOQUEANDO CONTEÚDO?

—O frete é grátis, Sapabela.
—Que frete, Rospo?

domingo, 11 de dezembro de 2011

NO DOMINGO À NOITE

—Rospo!
—Sapabela! Que alegria.
—Como sei que qualquer dia irá dizer que os maiores mestres da humanidade dos Sapos são as crianças, gostaria que falasse algo sobre isso agora.
—Sim, Sapabela, a criança nos ensina de duas maneiras, quer dizer, em duas épocas diferentes.
—Precisa falar um pouco mais.

sábado, 10 de dezembro de 2011

DEPOIS DO PARQUE MARISA

Rospo e Sapabela se despedem do Parque Marisa, onde viveram momentos de alegria, luzes e cores.
Para eles, tudo parou quando se abraçaram, próximo ao carrossel.

NO PARQUE MARISA

—Rospo!
—Sapabela! Alegria encontrá-la. Aliás, sei que é meio bobeira, mas quero aproveitar para dizer algo: Nem tenho como agradecer a alegria que sua amizade me causa.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

FALANDO DE ÉTICA

—Rospo! Sexta-feira!
—Yupiiiiii!
—Já sei, sabadoficando.
—Sababela, fui dormir pensando na nossa conversa de ontem, e já que você perguntou...
—Eu perguntei?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A PAIXÃO PELA BELEZA APENAS

—Rospo! É feliz realmente?
—Uma autêntica pergunta sapabélica.
—Que precisa de resposta.
—Considero-me o mais feliz sapo do brejo.
—Já se apaixonou?

SAPABELA VAI AO CONCERTO

—Rospo? Um pouco chateado?
—É...
—O que o incomoda? Algum serpentário? No ambiente de trabalho, por acaso?
—Está tudo bem, Sapabela.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

LEITURA E OUTRAS FELICIDADES

Sapabela em seu passeio vespertino quando encontra o querido amigo:
—Rospo! Que alegria!
—Meu coração também se alegra só de vê-la. Vamos de calçada?
—Já estou, não é? Só faltava companhia.

sábado, 3 de dezembro de 2011

UMA SAPA APAIXONANTE

Tarde de sábado é tesouro que não se perde, e lá vai a Sapabela, num "Refaço de Recife", caminhando na calçada rumo a um Shopping de passear, quando encontra o velho amigo:
—Rospo!
—Sapabela! Minha querida.
—Está piscando, Rospo? Um cisco na vista?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

OS SALVADORES

—Sapabela!
—Rospo, meu lindo! Hoje é sexta!
—Yupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
—Para que eu fui lembrar?
—Ninguém...
—Já sei, ninguém é de ninguém. Que noite boa, não é, Rospo?

A PRESENÇA DO CUIDADO

—Rospo! Cuidado!
—Obrigado, Sapabela. Estava mesmo distraído ao celular. Sempre assim, quando ligo para você.
—Vinha um carro. Tem que ser mais atencioso para com você mesmo. Ligava para mim?
—Sim, mas agora me fez lembrar de algo: o melhor amor é o cuidado.

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