sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

MEMÓRIA DA CONSCIÊNCIA -3


A leitura de "Os Fradinhos" em plena ditadura militar, (O encontro com o humor do Henfil) ,  também fortaleceu e consolidou a minha consciência. 
A Consciência tem uma história. Seu histórico está em determinadas canções que se ouviu, certos livros, quadrinhos, conversas. Seu histórico é a sua memória. Não há geração espontânea para a consciência.


Henfil foi o criador da Graúna, os Fradinhos, e outros, todos representantes da resistência cultural.



Marciano Vasques

EXPOSIÇÃO DA ALMA - 1




O vento a bailar na copa dos eucaliptos. A infância nas trilhas de um eucaliptal. As nódoas matutinas, a folhagem secando no chão. Meninos galopando o relâmpago da imaginação. Ofegantes de sonhar...

MARCIANO VASQUES



Imagem no site TV Ecológica.

MONTE SERRAT


MONTE SERRAT em Santos, a minha cidade natal.
Prédio do antigo cassino, no alto do Monte Serrat
Foto: Secom/Prefeitura Municipal de Santos


Marciano Vasques

SAPABELA E A APARÊNCIA

- Tenho nojo de minhoca!
- Por que, Joelminha?
- Sei não, a aparência, o jeito dela...
- Ela é benéfica para a terra.
- Eu sei, Sapabela. Aprendi num livro infantil que ela ajuda a terra a respirar. Também tenho nojo e medo de aranha.
- Por causa, principalmente, da aparência!
- Você acha?
- Claro, Joelminha, infelizmente a aparência acaba assumindo uma importância que não devia. Mas, mudando de assunto, já sabe do novo morador do brejo?

- Tem um novo brejeiro?
- Tem. Ouvi falar que é um sapo poeta. Adora ler e escrever. Dizem que é muito educado e estudioso. Precisa conhecê-lo. Falando nisso, lá vem ele!
- Junto com aquele sapo careca gordo?
- Não! Eu não falo do sapo loirinho. O novo morador é o careca gordo.
Ao perceber que a Joelminha emudece, Sapabela comenta:
- Que foi Joelminha? Algum problema com a aparência?



MARCIANO VASQUES


Histórias do Rospo 2010 - 13


 

ANDORINHA

                                       

                                                       Bem te vi  
                                                  pousada
                                          numa haste.


                        Mas...
            hoje,
    andarilha
          andorinha,
                   não te vi.




                                       Por acaso,
                                                 voaste?

                                                                                                                                                                     MARCIANO VASQUES

FRAGMENTOS DE VERÃO

Trazia
         em seu bojo
                       um beijo
                              de poejo.
Colhia
       ao amanhecer
                       o dia
                             para mim.


Nem tudo
          nesta vida
                        precisava

                                    ter fim.

MARCIANO VASQUES

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

MEMÓRIA DA CONSCIÊNCIA -2



A consciência tem uma memória. Não é algo que tenha surgido de forma espontânea. As canções, as conversas, um olhar, qualquer fragmento das circunstâncias da vida são responsáveis pela formação da consciência. E a leitura, evidentemente, ocupa um posição privilegiada, sendo os livros de fato os que contribuem de forma mais extraordinária.
A obra abaixo, de Leo Huberman, ocupa lugar de destaque na formação de minha consciência.Somos de fato uma somatória de nossas leituras e das oportunidades que a vida pôs em nossas mãos.
Marciano Vasques





MEMÓRIA DA CONSCIÊNCIA - 1





A consciência é construída aos poucos, principalmente através da leitura: Aquilo que se leu, que a vida nos ofereceu em oportunidades, em circunstâncias durante a nossa vida e a formação da nossa personalidade, desde a infância e passando pela adolescência. Essa menina aí do lado participou do processo de formação da minha consciência, e agradeço à vida por ter tido a oportunidade de ler suas tiras de quadrinhos. As canções, as conversas, mas principalmente a leitura, são os grandes responsáveis pela edificação de nossa consciência. E Mafalda, a criação do argentino Quino, também contribuiu para a pessoa que hoje sou.
Marciano Vasques

SAPO PENSANDO, SAPO TRABALHANDO

Ao ver o Rospo sob uma árvore, Sapabela se aproxima.
- Descansando, amigo?
- Trabalhando, Sapa, trabalhando...
- Mas você não está fazendo nada!
- Impressão sua. Estou pensando.
- Isso é trabalho?
- Sim. tudo que a humanidade construiu existe porque alguém pensou primeiro.
- Tem razão. O pensamento antecede a tudo.
- Estou pensando no livro que escreverei.
- Creio que me enganei Rospo...
- É normal, Sapabela, que todos acreditem que ficar parado pensando não seja trabalho...
- Se ao menos alguém explorasse você...
- O que disse?

MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 12

SAPABELA E O FERIADO

Sapabela e Joelminha conversam:
- Finalmente o primeiro feriado do ano!
- Lindo!
- Isso mesmo, Sapabela. Um dia inteiro livre.
- Lindo!
- Só pra mim!
- Lindo!
- Eu mereço!
- Lindo!
- Vou poder dormir até tarde.
- Feio!
- Sapabela, não comece...
- Ora, Joelminha. Você diz que vai ter um dia livre para dormir até tarde...
- Não posso?
- Claro que pode, mas poderia aproveitar o dia para vivê-lo.
- Dormir é viver. Pretendo dormir até o meio dia.
- Pois está na hora de você acordar. Preciso ir. Tenho que planejar o meu feriado. Tchau.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 11

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE IMPRENSA


Marciano Vasques é associado da 
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE IMPRENSA

A JARDINEIRA - 1939


A JARDINEIRA - Intérprete: Orlando Silva
MEMÓRIA DO CARNAVAL - EDIÇÃO 2010
MARCHA Nº 3

SASSARICANDO - 1952


SASSARICANDO - Intérprete: Virgínia Lane

MEMÓRIA DO CARNAVAL - EDIÇÃO 2010
MARCHA Nº 2

MARCHINHA DE CARNAVAL - 1954



MARCHINHA DE CARNAVAL - 1954

MEMÓRIA DO CARNAVAL - EDIÇÃO 2010
MARCHA Nº 1
"VAGALUME" - Autor: Victor Simón

Ver matéria sobre Victor Simón na edição de Maio de 2009 do blog CAFÉ DE OUTUBRO.

CANÇÃO 1 - La Domenica andando alla Messa




La Domenica andando alla Messa - Intérprete: Gigliola cinquetti
CANZONE PER TE 2010

A LISTA DE DESEJOS DO SAPO

- Sapabela, posso ler a minha lista de desejos de Ano Novo?
- Pode, Rospo.
- 1º - " Que todos os banqueiros sejam honestos".
- Todos?
- Sapabela, por favor...
- Desculpe, continue...
- 2º - "Que nenhum político seja corrupto..."
- Nenhum?
- Sapa...
- Desculpe, pode continuar...
- 3º - "Que nenhuma criança seja abandonada..."
- Nenhuma?
- Sapa, se continuar me interrompendo, não terminarei...
- Perdão, Rospo. É que não estou acostumada com desejos impossíveis...


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 10

PLOURÀ?


PLOURÀ?   - Consuelo - Espanha

Fotografia - Consuelo

TODO CORPO OUVIDO


TODO CORPO OUVIDO - Nanda Assis - Araxá - Minas Gerais - Brasil

Imagem colhida no blog da autora - Ilustrativa de poema.

SILHUETA

 
SILHUETA - Tossan - São Paulo - Sampa - Brasil



Fotografia: Tossan

UM SAPO NA ESCADA ROLANTE

- Mãe! Tem sapo na escada rolante...
- É o Rospo, filho.
- Sapo pode entrar no Shopping Center?
- Ele pode.
- Mas seu lugar é lá no Brejo do Arco-Íris...
- Às vezes ele deixa aquela Sapolândia e resolve passear entre nós, para visitar o nosso brejo de concreto.
- Mãe, um amigo meu disse que o brejo do Rospo está em todos os lugares.
- Pode ser, mas vamos subir.
- Não ando em escada rolante com sapo!
- Ora, filho, deixe de frescura. Sapo é legal.
- Sapos são bichos nojentos.
- Quem disse isso?
- Não sei, aprendi.
- Está na hora de esvaziar seu mundo interior e enchê-lo de novas ideias, novos pensamentos.
- Mas ainda sou uma criança, mãe!
- Criança também se recicla, meu filho.
- É, pelo jeito, tem que começar desde cedo.
- Isso mesmo, e é melhor começar pelo sapo.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 9

OS FANTASMAS NO REVEILLON

Resolveram comemorar o Ano Novo no "Café de Outubro". Sapos dançando e animados.
Rospo observando a todos enquanto se diverte.
Quase meia noite, Sapabela.
- Estou tão contente, Rospo.
- Eu também, mas estou reparando uns convidados esquisitos.
- Aqueles?
- Sim, você os conhece?
- São os "fantasmas da vida inteira".
- Fantasmas?
- É. Os temores, as angústias, as incertezas, os medos, as superstições...
- Os entulhos da mente.
- Os fantasmas que estão no porão...
- Eles foram convidados?
- Parece que a Sapapu convidou.
- Quem é a Sapapu?
- É a Publicitária.
- Deveria avisá-la...
- Farei isso, Rospo, mas, afinal do que devo avisá-la?

- Diga-lhe que não deve permitir que os fantasmas comemorem com ela o reveillon.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 8

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

VERMELHO NO AZUL


RED IN BLUE- Adelino Marques - Gondomar - Portugal

Fotografia: Adelino Marques

AZUL COM VERDE


AZUL COM VERDE NA PRAIA DE MOLEDO - Adelino Marques - Gondomar - Portugal

Fotografia: Adelino Marques

MYRA LANDAU


MYRA LANDAU - A foto da artista foi publicada por Brancamar em seu blog.

NUDEZ


NUDEZ - Tossan - São Paulo - Brasil


Fotografia: Tossan

ANO NOVO


ANO NOVO - Tossan - São Paulo - Brasil

Fotografia: Tossan

SAPO NA FILA É GOZAÇÃO

- Chegou um sapo aí.
- Eu quero apenas ficar na fila.
- Vamos apertar, que o Sapo ocupa um bom espaço.
- Sempre me provocam nas filas.
- Quem mandou ser sapo?
- Por favor, amigo...
- Pois não?
- Essa é a fila do açougue?
- Está maluco, Sapo? Isso aqui é a fila da lotérica.
- Todo esse povo quer ficar rico?
- Sapo, se não vai apostar na loteria, caia fora!
- Esse sapo eu conheço, é o Rospo!
- Na fila ninguém tem nome.
- Amigo...
- O que foi, Sapo?
- Está uma delícia a fila, não é?
- Se esse sapo continuar falando, vou perder a paciência.
- Sapo, diga uma coisa...
- Só uma?
- Por favor, você vai jogar?
- Eu? Não, claro que não.
- Então por que está na fila?
 - Só queria ter certeza de que o ano começou...


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 7

DUMINICA LA HOLBAY


DUMINICA LA HOLBAV - Marius Grozea - Romênia

Fotografia de Marius Grozea

O SAPO E A CASCA DE LARANJA

Um passeio vespertino na calçada quando Rospo repara num cachorro dormindo.
- Veja como dorme...
- Ele que é feliz.
- Mas repare sobre ele.
- É uma casca de laranja, Rospo...
- Que alguém jogou, Sapabela.
- E qual o problema, meu amigo?
- Alguém atirou sobre o cachorro uma casca de laranja.
- Isso é grave?
- Isso é apenas um sinal de quanto pode haver de intolerância, arrogância, insensatez num Ser Humano...
- Tudo isso numa casca de laranja? Você deve estar exagerando.
- Parece exagero quando alguém diz aquilo que é tão simples, tão óbvio.
- Rospo, o cachorro nem percebeu...
- Mas eu percebi.
- Está bem, diga logo tudo.
- Alguém jogar sobre um cachorro que dorme na calçada uma casca de laranja é realmente um sinal...
- Continue...
- De que essa pessoa seria capaz de tudo.
- Ou seja, o desrespeito não tem tamanho.
- Não pode ser medido, Sapabela.
- Entendi, o desrespeito, a violência, a arrogância, é tudo igual.
- Não importa o gesto.
- Pobre cachorro.
- Pobre Ser Humano, Sapabela.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 6

TRAVA-LÍNGUA




Tira a tiara da Iara tia.
Tira da Iara a tiara tia.
      A Iara não usa a tiara tia.
      Não usa a tiara a Iara tia.


                                                                                                                                       

  Marciano Vasques

A SAPABELA DA MELISSA


Desenho da Sapabela feito por Melissa - 8 anos, em 03/01/2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

NOVA PALAVRA FIANDEIRA

CHEGOU A NOVA PALAVRA FIANDEIRA!
EDIÇÃO 8



NESTA EDIÇÃO, ROCÍO L´AMAR ENTREVISTA ESTHER MORA

LEIA PALAVRA FIANDEIRA

SAPABELA E O MODELO IDEAL

As amigas Joelminha e Monize diante de uma vitrine observam qual o modelo ideal para cada corpo.
- Veja, Monize!  É o biquini mais adequado para mim...
- Esta peça, Joelminha, é para quadril largo e pouco bumbum.
- Este é para barriga saliente com a da Quitéria...
- Este aqui combina com a Colibrã...
- É verdade. Este conjunto é para seios pequenos e sem volume.
- Aquele azul esmeralda é para quadris largos...
- E este aqui, este, o rosa, é para quem tem pouco bumbum...
Nisso chega a Sapabela com um livro.
- Pleno verão e você com um livro, Sapabela? Vem tomar um sorvete com a gente.
- Claro que  vou, meninas...
- Mas, e o livro?
- É o modelo ideal para cada mente, queridas...


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 5

ALÔ, ALÔ SAPO!

- Oi...
- É a pior.
- Do que está falando, Rospo?
- Do serviço de Telefonia aqui no brejo...
- É ruim mesmo, não é?
-Sim, é péssimo. E algumas empresas exigem um contrato de fidelidade...
- Mas, certamente falta uma cláusula.
- Exatamente. Que a fidelidade só deve valer se os serviços forem eficientes ou satisfatórios...
- E o governo? O que anda fazendo a respeito?
- Gostaria de mandar um e-mail para o governo, Sapabela, questionando.
- Um e-mail para o governo?
- Sim. Qual é o motivo do espanto?
- Vai faltar conexão, Rospo.


MARCIANO VASQUES


História do Rospo  2010 - 4

sábado, 2 de janeiro de 2010

ROSPO PARTICIPA DE UMA REUNIÃO

Rospo participa de um grupo de poetas e escritores. E numa reunião resolve desabafar:
- Vocês ficam se elogiando entre si...
- Isso é bom, Sapo, fortalece a categoria...
- Ficam elogiando os escritos...
- Nós escrevemos, Rospo.
- Mas às vezes é um pouco fraco...
- Não importa, Rospo, o importante é elogiar. Serve de incentivo...
- Às vezes dizem que é maravilhoso...
- Qual é o problema, Rospo?
- Dizem que é maravilhoso até quando é fraco...
- Que sujeito incômodo!




                                                   ****

Tempo depois, Rospo aparece com um belo texto...
- E então? Só ouço silêncio! Por que não querem elogiar?
- O autor não é do nosso grupo, Rospo.
- Entendi, não é a qualidade do texto o que importa.
- Rospo, você é impertinente, é insolente. Vai se queimar sozinho... Por que não adere ao espírito de grupo?
- Prefiro ser lido por mais gente.
- Não entendi.
- Eu sei.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 3

O SAPO NA PADARIA

Nada como começar o ano numa fila e lá está o Rospo na fila da padaria.
- Sapo come pão?
- Isso é problema dele. Deixe o sapo em paz.
- Um sapo na fila ocupa espaço.
- Eu adoro pão.
- O que disse, sapo?
- Vamos parar com essa discussão? Deixem o sapo comer o que ele quiser.
- E então, Sapo?
- Então, o que?
- Como vai de Ano Novo?
- Estou adorando 2010.
- Mas é o segundo dia, Sapo.
- Tenho que gostar do Ano Novo a partir de que dia?
- Esse sapo é meio atrevido.
- Claro, vocês ficam provocando, e ele resolve abrir a boca.
- Sapo, chegou a sua vez!


                                                   ****
Após comprar o pão, Rospo pega outra fila, para pagar no caixa. Na sua frente um homem com um menino. O homem compra um maço de cigarros, paga e vai embora.
- Ei, espere um pouco!
- O que foi, Sapo?
- O senhor esqueceu algo.
- Engano seu. Eu só queria  cigarros.
- E o menino que está ao seu lado?
- Pois é, ele está aqui, não está vendo?
- Esqueceu de comprar uma bala para ele.
- Não comprei porque não quis. Sapo, meta-se com a sua vida!
- Infelizmente, para o senhor, o Novo Ano ainda não chegou.


MARCIANO VASQUES
Histórias do Rospo 2010 - 2

SAPABELA E OS SÁBIOS

Sapabela encontra o Saposabe
- Olá, meu amigo. Quer uma fatia de melancia? Adoro essa fruta.
- Minha cara e ilustre Sapabela...
- "Eu, ilustre?"
- Melancia não é fruta, é uma cucurbitácia...
- Verdade, Saposabe?
- Sim, é da mesma família da abobrinha...
- Interessante.
- Viu? Agora você ficou mais sábia.
- Adoro conversar com anfíbio culto...
- Periculum dicendi non recuso.
- Melhor traduzir, meu amigo...
- Lógico, minha ilustre, ninguém é obrigado a saber latim.
- Então, traduza, por favor.
- "Não recuso o perigo de falar."
- Lindo! Quem disse isso?
- Cícero.


                                                                  ***


Tempo depois, a Sapabela encontra o velho amigo Rospo, que  beira rio contempla uma flor.
- Olá, Rospo!
- Outra flor acaba de chegar.
- O que disse?
- Gosto de observar a serenidade da flor. Quanto felicidade pode haver nessa beleza simples...
- "Nada como encontrar um verdadeiro sábio!"






MARCIANO VASQUES


Histórias do Rospo 2010 - 1
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MENSAGEM DE MAKISTAKIS


FELIZ 2010 - Makistakis - Madrid - Espanha

LA GAVIOTA


LA GAVIOTA - Trinidad - Espanha

Fotografia: Trinidad

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

ARTE CONTEMPORÂNEA ALEMÃ




Mário Júlio Faustino é fotógrafo e artista plástico. Cultiva a arte da fotografia e a da pintura.
Vive na Alemanha. É um dos artistas seguidores&moradores de CASA AZUL DA LITERATURA

CREPÚSCULO - Mário Júlio Faustino - Alemanha

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