Mostrando postagens com marcador HISTÓRIAS DO ROSPO 2011. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HISTÓRIAS DO ROSPO 2011. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A INESGOTÁVEL FONTE QUE ACABA

—Rospo! Sexta-feira!
—Maluquinha? Hoje é quarta, ainda.
—É mesmo! Eu sempre me esqueço. E então? Alguma novidade?
—Tenho uma charada.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ZIPA!

—Sapabela, um sorvete?
—Zipa!

O SAPO E A FESTA

Como é Natal, Rospo foi convidado para uma dezembrificada festa junina, e chega vestido a caráter.
—Fica bem de caipira!
—Obrigado, Sapabela! Você está bonita.
—Isso é sempre, Rospo!

APAIXONANTES AMIZADES

—Rospo!
—Sapabela! Que bom encontrá-la! Ele está chegando.
—Ele quem?
—O Ano Novo.
—Abro-me para ele...
—Não, Sapabela!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SALDÃO NO SHOPPING

Rospo no shopping só observando. Várias lojas estão realizando o milagre do Saldão. Diante do mistério, o sapo vê a multidão que passa por ele. Todos os sapos felizes. Viva o Saldão!

ENSABOANDO, ENSABOANDO

—Rospo, que faz aí à beira do lago, na relva deitado?
—Ensaboando, Sapabela, ensaboando.
—Isso é papinho de Cartola*, meu amigo. Como pode estar ensaboando se nada tem além de um livro, fechado, por sinal?

OS SAPOS E O SOL

Última noite do ano. Os amigos Rospo e Sapabela se encontram e papeiam enquanto aguardam a hora.
—Um ano se passou!
—Verdade, Sapabela. E você? Girou ao redor de qual Sol?

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

ENTULHO NA PRAÇA?

Um sapo joga entulho na praça.
—Pare, meu amigo! O que está fazendo? Pare!
—Ficou maluco? Estou jogando entulho e ninguém tem nada com isso.
—Eu tenho!

domingo, 25 de dezembro de 2011

O ALVOROÇO ALVORECE

—Dia alvorecendo, Sapabela! Acorde!

BREVE FUGA DO NATAL EM FAMÍLIA

Radiante Sapabela com seu amigo na calçada do Natal.
—Sapabela, conseguiu fugir um pouco?
—Logo retorno, Rospo, em alguns minutos. Natal, bem sabe, é comemoração familiar.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

PRESENTES E PRESENTES

—De cachimbo, comprando um presente, quando no reflexo da vidraça vê uma amiga se aproximando.
—Sapabela!
—Rospo! Não quero atrapalhar.
—Nem pense, Sapabela. Seu presente já comprei.
—Ulalá Ulalá!

CONVERSA NATALINA

—Yupiiii!
—Rospo? Que alegria é esta? Já sei: É sexta-feira. Ninguém é de ninguém! Isso o deixa bem eufórico, não é?
—Sapabela, estou feliz também por outras coisas, outras descobertas.
—Diga, meu querido. Já sou um brinde ao seu dizer.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

NO ACONCHEGO DA CHEGADA DA NOITE POLAR

—Rospo! Sexta-feira! Lembra? Ninguém é de Ninguém! Vamos tomar um sorvete gelado? A noite está nublada,  a lua se escondeu. Faceira que só ela. Não faceira de Face, mas de dengo, de andarilhar no céu a brilhar. Às vezes parece um sorvete de creme, bordado numa estrelada toalha azul.

A PORTEIRA DO SAPO

Não para matar a saudade, mas para adoçá-la, Sapabela se ofertou a um passeio de simplicidade. Foi ao Brás. De trem, que o tempo passa mas é bom quando o faz de trem. Ainda na plataforma já ouviu umas conversas que despertaram a sua curiosidade. Diziam sobre uma nova porteira no Brás.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A TRANSLAÇÃO DA SAPABELA

—Sapabela! Que sábado azul, ensolarado. Mormaço triunfante. Tudo de bom, tudo demais!
—Rospo! Parece-me tão feliz, tão contente. Às vezes sinto-o como o mais feliz sapo de brejo, mesmo com as passageiras fases de tristeza. Seria por acaso o sapo mais feliz do brejo? Talvez o mais brejeiro?
—Francamente sim.

O PRESENTE DOS PRESENTES

—Rospo, já foi ao shopping comprar presentes?
—Ainda não. Irei amanhã.
—Já sei. Amanhã é quinta, e também dia 22. Seu dia preferido da semana e seu número predileto. Posso dizer uma coisa?
—Sempre pode, Sapabela.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

NEM TÃO SIMPLES ASSIM

—Alô!
—Essa voz! Sapabela! Que alegria!
—Rospo, existe já o virtual empoeirado?
—Sim, Sapabela. É a memória que não foi inventada. As palavras, os dizeres que não sobreviveram. Aquilo que escorreu no ralo do esquecimento. Bem sabe: o que não vingou no coração, dançou. Aquilo que não fincou pra valer, perdeu a força e até se desbotou.

A ESSÊNCIA DOS VALORES

Longe das mentes bloqueadas, lá vai o Rospo, cativando seu caminhar, na calçada onde a fragilidade rompe as fendas.  Apegado aos corações que, vagabundeando, e banhados de aflições e luares pedem uma pausa, um pensamento solitário, uma doçura, um átimo de ternura. Bem, lá vai ele, quando, por um esmero de acaso encontra a velha amiga:

FALSIDADE DIPLOMADA

—Sapabela, o que é uma "Falsa Diplomada"?
—Uma falsa diplomada é a colega que fala, mas dá o bote. Não tem guizo no pescoço e é sempre coerente com a sua falsidade.
—Onde se encontram essas tais criaturas?

A FALA E O OUVIR

—Sapabela, deveriam ser parceiros.
—Quem, Rospo?!
—A boca e os ouvidos.
—Não entendi.
—Por pouco tempo. Num instante entenderá.

Pesquisar neste blog